terça-feira, 31 de julho de 2012

Chegada a Brasília -Vista aérea

Ponte JK

ÁGUAS CLARAS
TREVOS DE ACESSO AO AEROPORTO - Brasília
Águas Claras

sexta-feira, 13 de julho de 2012

SEU CANDIDATO SABE AO MENOS ISTO?


O VEREADOR

O vereador é um membro da Câmara Municipal que exerce seu cargo, com ética, em favor de um município. O mandato dura 4 anos e o cargo enquadra-se no PODER LEGISLATIVO. Sua função é fiscalizar o trabalho do prefeito e os gastos ligados ao orçamento anual, sendo assim, é o representante do povo.

OS TRES PODERES

·        Executivo - EXECUTA, Faz
·        Legislativo - Legisla, faz as leis.
·        Judiciário - Julga

O vereador pertence ao Poder Legislativo Municipal


PODER

O que é?

         É um cargo?
         É força?
         É dinheiro?
         É território?

TERRITÓRIO

O que é?

         Território é sinônimo de poder. Só tem poder quem tem território. Ao conquistar o cargo de vereador o candidato conquista território/poder
         
         O território pode ser MATERIAL ou IMATERIAL
         
         MATERIAL – Terras, fábricas, escolas, igrejas, capital, dinheiro.
         IMATERIAL – Conhecimento, cargos.

Então quem tem um cargo (vereador) tem poder.


AS PRINCIPAIS FUNÇÕES DO VEREADOR:

• Analisar e aprovar leis ligadas à prefeitura e ao poder executivo.

• Fiscalizar vários órgãos da prefeitura, além de requerer prestação de conta por parte do prefeito.

• Votar projetos de lei.

• Receber os eleitores e ouvir sugestões, críticas, reivindicações.

• Promover a ligação entre eleitores da região que representa e o governo.

• Elaborar e redigir projetos.

• Criar leis com intuito de formar uma sociedade mais justa.

·        Fazer indicações

·        Fazer requerimentos

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Como fugir do consumismo e da dependência da maioria dos produtos industrializados vivendo na cidade?


VIVER NA CIDADE IMITANDO A VIDA SIMPLES “DEI NOSTRI NONNI” ou voltar pro campo.

A obsessão de morar na cidade nos afastou definitivamente do campo? Este rompimento é irreversível?  Ou será que ainda há uma maneira de construir uma relação com a própria terra mesmo vivendo em contextos urbanos?   Quando sovo meu pão que eu mesmo faço em casa, ao fazer meu próprio queijo, sinto que nas minhas mãos revive a expertise, o saber fazer, do meu nono padeiro e da minha nona camponesa.   É como restabelecer um contato com eles, estar lado a lado com a geração dos meus pais. Faz a gente lembrar daqueles tempos que comprávamos coisas boas com bom preço.  Também a minha companheira, quando costura recupera o saber fazer da nona e da “mamma” costureira. Lembro da mãe que comprava os tecidos para fazer nossa roupa ou para recuperá-la. No fundo, no fundo, não precisa muito. Nós é que estamos iludidos pelos produtos chineses.  Para produzir parte da nossa própria comida gastamos menos de uma tarde por semana, inclusive nas compras das mercadorias em feiras de agricultores familiares ou camponeses que vendem produtos bons e sem produtos químicos, agrotóxicos, espessantes, acidulantes e conservantes.  Viver numa quadra residencial em Curitiba, São Paulo, Brasília ou em Matelândia no PR e construir ali um pequeno “locus” de autoprodução em harmonia com o mundo camponês é ao mesmo tempo um gesto revolucionário e conservador. Revolucionário, porque permite nos rebelarmos contra o mundo das mercadorias industrializadas e do consumismo, conquistando nova forma de liberdade, sem depender dos grandes centros comerciais. Conservador, porque permite resgatar a sabedoria dos nossos nonos, estabelecendo um ligação mais humana e direta com os camponeses de hoje. Aqui em Brasília, nem a comida feita pelos gaúchos que aqui moram, tem “gosto”. Fico me perguntando se é somente pela péssima qualidade dos ingredientes, todos industrializados. Cheguei à conclusão que não é só isto, aqui prima-se pelo lucro em primeiro lugar (leia-se extorsão, exploração, assalto). O cliente, a qualidade, são itens que não tem importância. Como todos vieram aqui para enriquecer, todo o ciclo  é  extorquidor. Aluguel esta na hora da morte, um almoço num restaurante razoável tem preços estratosféricos e caia num shopping para comprar roupas pra ver. Mel puro aqui é uma raridade. Doces de amora, de morango, de abóbora, só industrializados, se encontrar fora dos mercados é o olho da   cara  ou é  falsificado. O problema que aqui tem muitas feiras de agricultores, mas a maioria não é agricultor, pois aqui em Brasília, praticamente não existe o camponês, o que tem é o grande produtor de soja e este não vem vender na feira. Então, meu caro, somos roubados e enganados todos os dias. Também, o que vamos esperar de um povo que na maioria só sabe roubar e rezar? Esta semana está ocorrendo a EXPOTCHÊ aqui na capital federal. Vi alguns costelões sendo assados pensei, vou pedir uma porção pequena, pra matar a vontade. Sabe quanto: R$90,00 por porção.   EXPOTCHE que de “gaúcho” tem muito pouco. Mais de 80% das lojas eram de produtos que nada tinham a ver com o Rio Grande do Sul. Muitas eram de produtos CHINOS.

sábado, 2 de junho de 2012

FUGIR DO "MERCADO" CAPITALISTA

SAIR DO MERCADO

Existem muitas razões que sustentam a proposta de “FUGIR DO MERCADO” o mais longe possível.
Precisamos construir um sistema econômico que busque uma forma de BEM ESTAR diferente daquela de adquirir sempre mais mercadorias.
Estamos sendo obrigados a ficar cada vez mais separados da natureza e da terra. Existe uma vontade de caminhar sempre mais próximo da terra deixando menos marcas de destruição na natureza, mas a sociedade do consumismo está nos cegando e não deixando ver o que estamos fazendo com os recursos naturais e com os ecossistemas. Precisamos pensar que os que passaram deixaram recursos para nós. O que estamos deixando para os que virão?
Fugir das verdades já estabelecidas pelos donos da verdade, dos comportamentos teleguiados da mídia, VEJAS e Globo..., conhecer a origem dos alimentos, o lugar de onde são cultivados e onde trabalham os agricultores que os produzem, podem ser caminhos para esta nova sociedade
Produzir bens mais duráveis e fazer durar mais aqueles que temos, dos móveis as roupas, das bicicletas aos jogos, dos computadores aos livros.
Ter mais tempo para se divertir de verdade, ficar com as pessoas que amamos e estudar.
Inventar um trabalho do qual gostemos e que seja também útil aos outros, não ser escravo do dinheiro, ter e usar a quantidade de coisas para nos satisfazer sem ter em excesso, coisas sadias.

Como se faz isto?

Como se faz para não ficarmos escravos das engrenagens do mercado, sem se ficar marginalizados sociais, frustrados que ficam olhando com inveja, pelas estradas, pelas vitrines dos restaurantes cheio de sobremesas, caviar, champagnes e roupas da alta costura.
O princípio geral é realizar por si mesmo (e trocar com os outros) o maior número de coisas e serviços de que tenhamos necessidade.
Encontrar um pequeno pedaço de terra para cultivar hortaliças, junto com algumas árvores frutíferas.
Andar a pé e de bicicleta (e aprender a fazer a sua manutenção quando quebrar ou precisar de manutenção)
Comer mais frutas, verdura e menos carne
Não exagerar na comida e no álcool
Não fumar
Emprestar e tomar emprestado CD, DVD, livros e revistas.
Adquirir mercadorias usadas, emprestar aos amigos, lavar sua roupa e outros utensílios, enxugar e estender as roupas para secar.
Aprender fazer em casa pão, pizza, gelo, sorvetes e tortas, organizar refeições com os amigos, fazendo rodízio com os amigos, onde cada um leva uma coisa, assim podemos comer melhor e divertir nos mais que no restaurante.
Não comprar coisas inúteis, usar menos energia elétrica, com lâmpadas mais econômicas, usar menos água, com chuveiros mais econômicos, usar menos gás.
Fazer viagens a trabalho ou por prazer, sempre com o carro cheio, dividindo a despesa. Em fim, tendo comportamentos inteligentes que acabam por nos conscientizar que poderemos viver melhor com muito menos dinheiro de antes.
Melhor sempre de forma associativa

Se nos associarmos e aprendermos a organizar o tempo, poderemos viver melhor com menos, poderemos aprender italiano, espanhol, francês, guarani... em vez de só inglês. Poderemos otimizar o uso do computador, dançar tango, vanera, fazer festas, ter mais alegria, fazer turismo, resgatando o costume de trocar aquilo que se recebe gratuitamente. Não esqueça que existem músicas mais inteligentes e agradáveis do que FUNK ou Sertanejo Universitário. Tem muitas coisas que não fazemos mais como acompanhar as crianças até a escola, os da terceira idade até o médico ou ir ao baile da melhor idade ou ainda ensinar o “Vêneto” para nossas crianças, fazer uma torta, uma salada de “radiche”, um pão caseiro, um doce de Zuche.


Precisamos reservar momentos para a reflexão, para o transcedental, mas cuidado para não cair no conto dos realizadores de milagres que só querem seu dinheiro. Tenha o seu momento de reflexão, faça-o com a família com os amigos, mas não dê mais dinheiro para enganadores. Os templos que já existem são suficientes. Precisamos de mais escolas, creches, hospitais. Também não precisamos de mais vereadores, precisamos parques, praças e locais de lazer.

Podemos nos associar para fazer compras, principalmente de alimentos os quais poderemos comprar mais baratos e tentar encontrar alimentos orgânicos de procedência, valorizando os produtores locais e não grandes empresas.



 Construir uma rede local de economia solidária, que facilite o relacionamento das pessoas, dos grupos solidários de compras, dos produtores locais que respeitam o meio ambiente. Assim poderá nascer quem sabe, um pequeno território livre da escravidão do mercado, das mercadorias industrializadas e do deus dinheiro.

quarta-feira, 30 de maio de 2012

É IMPOSSÍVEL CRESCER ECONOMICAMENTE ATÉ O INFINITO


Estamos vivendo uma crise no sistema capitalista o qual teima em buscar soluções na contramão da ética do cuidado e da sustentabilidade ambiental. Os economistas de plantão, aqueles que não foram capazes de prever a crise, mas que sempre acharam que tinham o DOM, são os que apontam as soluções e os governos infelizmente as seguem. Para fugir da crise, o negócio, para eles, é baratear os carros, facilitar o crédito, etc...
Ainda não nos damos conta que a crise é ambiental e de dilapidação dos recursos naturais. Estamos ocupando todos os espaços, todos os biomas e indo buscar os minérios cada vez mais fundo na crosta terrestre.
Desde o momento que esta sociedade pautada no crescimento infinito, optou por este tipo de crescimento, o planeta, os biomas, a biodiversidade, os recursos naturais, foram condenados à extinção ou a uma redução drástica e perigosa para a continuidade da existência da vida na mãe terra.
Precisamos apontar para uma sociedade do crescimento ambientalmente sustentável. Isto vai implicar num modelo social diferente cujo conceito de democracia também deverá ser diferente
Uma sociedade ambientalmente sustentável precisa, antes de tudo estar fundada na qualidade do que na quantidade, na cooperação em vez da competição, pautada na justiça social e não no acúmulo de riquezas e na solidariedade se contrapondo à obsessão de conseguir sucesso na vida custe o que custar. A população mundial precisa estabilizar e não aumentar mais. Já tem muita gente, muitas bocas para alimentar, faltam estradas para tantos carros.
Nesta nova democracia embasada na sustentabilidade ambiental não terá lugar este modelo atual de desenvolvimento, de crescimento infinito e cada vez mais insustentável.
Esta sociedade do crescimento infinito está dominada por uma economia de crescimento que se tornou o único modelo de vida. Todos aceitaram, praticamente sem questionar.
Segundo o Professor Sebastião Pinheiro existe um filtro que não deixa a gente ver o que acontece no mundo.
O que nós mortais comuns, que percebemos o estrago que o crescimento ao infinito já fez ao planeta propomos, é diferente do que propõem alguns economistas de plantão que é conciliar o desenvolvimento com respeito ao meio ambiente buscando a ecoeficiência. Trata-se, segundo eles, de reduzir progressivamente o impacto ecológico e a intensidade com que nos apropriamos dos recursos naturais, conduzindo-nos a um nível compatível com a capacidade sustentável do planeta.

Nada de mais utópico. O crescimento forçado da economia capitalista, um capítulo que gerou a atual guerra do petróleo, não permitirá nenhuma pausa para a recuperação que deixe a natureza a possibilidade de reproduzir seus recursos.Tudo isto, além da destruição da biosfera, produz uma desigualdade entre os diversos territórios do mundo, de um lado os países de economia forte, de outro lado os oitenta por cento da população do planeta que consome menos dos vinte por cento do total dos recursos disponíveis sobre a terra.
Esta situação explosiva traz o risco de um Vôo cego rumo ao fim. A sociedade do crescimento infinito cria um mundo doente pela própria riqueza, que é puramente ilusória quanto imaterial.
Precisamos desconstruir o imaginário do consumismo, implantar o senso do limite, pensar localmente, pois até agora só pensamos globalmente. O capitalismo já destruiu a sociedade precisamos evitar que destrua o planeta.
Precisamos construir uma civilização das diferenças que se contraponha ao pensamento único e hegemônico base da ideologia liberal planetária, apontando para uma democracia ecológica local. A vida deverá estar ancorada em valores de referência, focada nas pequenas coisas locais e tomada de uma visão pluriversalista antes que universalista.
Uma democracia das culturas e da diversidade, na qual a participação seja verdadeira, em grau de valorização dos costumes cívicos e que redefina os conceitos de cidadania. Que seja um antídoto à ideia nefasta de um governo mundial.
Uma revolução mental não violenta está na base da sociedade ambientalmente sustentável, a cultura da convivência, do altruísmo que prevalece sobre o egoismo, uma sociedade em que o trabalho não seja uma obsessão, mas um direito de todos.. O economicismo e a tirania do produto interno bruto não poderão mais ser os únicos parâmetros de bem estar possível.
Um sistema econômico que seja ambientalmente sustentável não é uma varinha mágica que vai fazer milagres, mas é a única perspectiva realista de pensar verdadeiramente o futuro.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

PINHEIRO DO PARANÁ

 Fonte wikipedia
A araucária [Araucaria angustifolia (Bertol.) Kuntze 1898] é a espécie arbórea dominante da floresta ombrófila mista, ocorrendo majoritariamente na região Sul do Brasil, bem como no leste e sul do estado de São Paulo, extremo sul do estado de Minas Gerais, e em pequenos trechos da Argentina e Paraguai, sendo conhecida por muitos nomes populares, entre eles pinheiro-brasileiro e pinheiro-do-paraná; é também chamada pelo nome de origem indígena, curi. A espécie foi inicialmente descrita como Columbea angustifolia Bertol. 1819.


Nome científico: Araucaria angustifoliaNomes populares: Pinho, pinheiro-do-paraná, pinheiro-brasileiro, pinheiro-caiová, pinheiro-das-missões e pinheiro-são-josé
Família: Araucariáceas
Origem: América do Sul, Brasil


Mesmo sendo uma espécie exclusiva da Floresta Ombrófila Mista, o pinheiro-do-paraná ocorre em áreas de tensão ecológica com a Floresta Estacional Semidecidual e Floresta Ombrófila Densa, bem como em refúgios na Serra do Mar e Serra da Mantiqueira. No decorrer dos períodos geológicos, a A. angustifolia apresentou dispersão geográfica bastante diversa da atual, pois foram encontrados fósseis no Nordeste brasileiro (IBGE, 1992).

terça-feira, 15 de maio de 2012

Prá que formar técnicos?

Não resta mais dúvida que Educação Profissional gera desenvolvimento. Há uma relação intrínseca entre os dois conceitos.
Onde o poder público investiu na capacitação profissional o desenvolvimento da economia passou a ter maior sustentabilidade com resultados imediatos na qualidade de vida da população. Isto aprendemos no governo LULA que insistiu muito na formação técnica, mas ainda somos vítimas do bacharelismo o modelo que predominou no Brasil como uma distorção centenária.
Daí foi gerado um preconceito contra o ensino profissionalizante mesmo quando as carreiras técnicas se tornaram garantia de emprego fixo e salários dignos. Para se ter uma idéia deste preconceito, basta dizer que apenas 2,9% da população escolar acima de 10 anos ou mais estão matriculados em cursos técnicos, profissionalizantes ou tecnológicos.
Diante deste quadro fica evidente que as políticas públicas de educação profissional e técnica devem ser mais agressivas. Infelizmente temos a prática de valorizar mais quem passa mais tempo na universidade, numa privilegiada progressão entre graduação, mestrado e doutorado. E não se trata aqui de desvalorizar o ensino acadêmico, universitário, mas sim de dar o devido valor aos técnicos que também podem ter uma formação humanitária, ética, mas com excelente formação técnica, que podem de maneira mais ágil suprir a demanda reprimida por profissionais deste nível.
Há no governo federal disposição neste sentido. Com o recém lançado PRONATEC do governo DILMA, busca-se hoje a formação técnica numa parceria entre vários programas federais, Institutos federais, Universidades Tecnológicas, Sistema S e Redes Estaduais, porém o caminho é longo, árduo e cheio de desafios, principalmente por parte da maioria dos estados e municípios que ainda não conseguiram visualizar a importância estratégica que tem a Educação Profissional no desenvolvimento em nível regional e nacional. 

quarta-feira, 9 de maio de 2012

O INFERNO EXISTE?:

QUANTAS ALMAS CABEM NO INFERNO?


Vejam que interessante pergunta de prova deste professor do RJ
Pergunta feita pelo Professor Fernando, da matéria Termodinâmica, no curso de Engenharia Química da FATEC em sua prova final.
Este Professor é conhecido por fazer perguntas do tipo ‘Por que os aviões voam?’ Nos últimos exames, sua única questão nesta prova para a turma foi:

“O inferno é exotérmico ou endotérmico? Justifique sua resposta”


Vários alunos justificaram suas opiniões baseados na Lei de Boyle ou em alguma variante da mesma. Um aluno, entretanto, escreveu o seguinte:
Primeiramente, postulemos que o inferno exista e que esse é o lugar para onde vão algumas almas. Agora postulemos que as almas existem; assim elas devem ter alguma massa e ocupam algum volume. Então um conjunto de almas também tem massa e também ocupa um certo volume.
Então, a que taxa as almas estão se movendo para fora e a que taxa elas estão se movendo para dentro do inferno? Podemos assumir seguramente que, uma vez que certa alma entra no inferno, ela nunca mais sai de lá. Logo, não há almas saindo.
Para as almas que entram no inferno, vamos dar uma olhada nas diferentes religiões que existem no mundo e no que pregam algumas delas hoje em dia. Algumas dessas religiões pregam que se você não pertencer a ela, você vai para o inferno. Se você descumprir algum dos 10 mandamentos ou se desagradar a Deus, você vai para o inferno.
Como há mais de uma religião desse tipo e as pessoas não possuem duas religiões, podemos projetar que todas as almas vão para o inferno.
A experiência mostra que poucos acatam os mandamentos. Com as taxas de natalidade e mortalidade do jeito que estão, podemos esperar um crescimento exponencial das almas no inferno. Agora vamos olhar a taxa de mudança de volume no inferno. A Lei de Boyle diz que para a temperatura e a pressão no inferno serem as mesmas, a relação entre a massa das almas e o volume do inferno deve ser constante. Existem, então, duas opções:

1) Se o inferno se expandir numa taxa menor do que a taxa com que as almas entram, então a temperatura e a pressão no inferno vão aumentar até ele explodir, portanto EXOTÉRMICO.
2) Se o inferno estiver se expandindo numa taxa maior do que a entrada de almas , então a temperatura e a pressão irão baixar até que o inferno se congele, portanto ENDOTÉRMICO.
Se nós aceitarmos o que a menina mais gostosa da FATEC me disse no primeiro ano – ‘Só irei pra cama com você no dia que o inferno congelar’ – e, levando-se em conta que AINDA NÃO obtive sucesso na tentativa de ter relações amorosas com ela, então a opção 2 não é verdadeira.
Por isso, o inferno é exotérmico.

Excelente a resposta do aluno demonstrando que conhece a lei de Boyle. Eu penso diferente, enquanto ele postula que o inferno exista, eu argumento que que o inferno é uma inutilidade e não existe. Como se colocaria no inferno almas que não tem peso, não tem dimensões, não são tridimensionais, e não sendo tridimensionais não ocupam lugar no espaço e nem tem massa. Vejam a incongruência existir algo para não por nada dentro, pois inferno pressupõe que se coloque algo dentro para sofrer no fogo. Então inferno não existe.
Aliás, que tipo de fogo se usa para queimar almas?



Se o INFERNO existisse seria para quem?


Este pequeno texto abaixo dá uma idéia de quem seriam os primeiros da fila


sexta-feira, 20 de abril de 2012

CAMPANHA PARA DEFORMAR - As perguntas desta campanha não estão certas

Este é o tipo da campanha para deformar. Quem está em extinção?
A tartaruga não destrói o Meio Ambiernte. Quem destrói o Meio Ambiente?
Aliás o homem destrói a natureza e os ovos fecundados de tartaruga e outros bichos inclusive os humanos.
Quem é a praga?
Este cartaz estava em exposição no Congresso Nacional. Campanha contra ABORTO...

OS INDÍGENAS SÃO OS VERDADEIROS DONOS DA MÃE TERRA. Viveram aqui por milênios e não a destruíram

Declaração da IV Cúpula de Líderes Indígenas das Américas ‘Tecendo Alianças pela Defesa da Mãe Terra’

Varias organizaciones
Adital
Tradução: ADITAL
Cartagena de Índias, Colômbia
Abril 11 e 12 de 2012

Nós, os Governos dos Povos, Nações e Organizações Indígenas da América do Sul, da América Central, da América do Norte e do Caribe, no exercício de nosso direito à livre determinação e em defesa da Mãe Terra, proferimos juntos a palavra.


CONSIDERANDO

1. Que o modelo de desenvolvimento econômico implementado pelos Estados do continente americano desconhece nossa realidade e nosso próprio desenvolvimento; omite o reconhecimento de Bem Viver, o equilíbrio e a harmonia de nosso ser indígena com a Mãe Terra.
2. Que as políticas estatais de mitigação e redução dos impactos da mudança climática têm resultado ineficazes e têm evidenciado seu fracasso, promovendo a mercantilização do ambiente (REDD+, bônus de carbono e economia verde).
3. Que a adoção e a implementação da Declaração Americana dos Direitos dos Povos Indígenas deve ser um compromisso dos Estados para deter o etnocídio de nossos povos.
4. Que a folha de coca tem um caráter sagrado, milenar e cultural e é alimento material e espiritual para nossos povos.
5. Que se deve garantir o exercício da livre determinação de nossos povos e fortalecer nossa qualidade de Governos Próprios nas instâncias internacionais.
6. Que os Estados Americanos medem a iniquidade social e/ou a prosperidade dos Povos Indígenas através de indicadores e metas generalizadas e não através do exercício efetivo de nossos direitos reais sobre os territórios ancestrais, impedindo o dever de protegê-los, respeitá-los e salvaguardar a Mãe Terra como sujeito de direitos.
7. Que a integração regional deve consolidar-se como um espaço de reconhecimento e respeito a nossos povos ancestrais, bem como a superação da iniquidade social e de toda prática colonialista nas relações entre os Estados e entre esses e os povos.

terça-feira, 17 de abril de 2012

Rei Juan Carlos da Espanha ainda pior que os irmãos TRUMP


Se os civilizados europeus são assim... a coisa tá mal 


OS ENERGÚMENOS ESTÃO A SOLTA





OS CRIMES BÁRBAROS DOS IRMÃOS TRUMP


trump

DIANTE DESTAS NOTÍCIAS SOU OBRIGADO A DESTILAR MEU VENENO E FAZER MEU MAIS VEEMENTE PROTESTO:

COMEÇO COM ALGUMAS PERGUNTAS:

1- Será que nós, seres humanos,  merecemos viver neste planeta?
2 - Temos o direito de nos multiplicarmos desordenada e exponencialmente, ocupando todos os biomas da terra?
3 - Vai sobrar lugar para os animais e vegetais?
4 - A vida de um animal ou de uma árvore é mais importante do que a de um ser humano?
5 -  Que tipo de energúmenos a universidade americana está formando?

Vou respondê-las logo abaixo. Dê sua resposta também.

A NOTÍCIA NO THE SUN

Os filhos do bilionário americano, Donald Trump, participaram de um safári na África para caçar animais e tiveram as fotos divulgadas recentemente na internet. O jornal britânico The Sun informou que grupos de proteção aos animais manifestaram indignação diante das imagens em que Donald Trump Jr., 34 anos, e seu irmão mais novo Eric, 28, aparecem com pelo menos cinco grandes animais africanos mortos.
Uma das imagens mostra Eric segurando um leopardo morto ao lado do seu irmão. Em outra foto Donald Jr. aparece com um rabo de elefante nas mãos.
Organizações de proteção aos animais que criticaram os milionários lutam há anos para acabar com as atividades da caça esportiva. Os filhos de Donald se defenderam afirmando que a carne dos animais mortos foi distribuída para a população local.
Donald Jr. foi mais longe e afirmou no Twitter que não tem vergonha de ser um caçador e por isso não se desculpará por nada.
As fotos foram divulgadas pelo site da empresa Hunting Legends (em português “Lendas da Caça”) que organizou a viagem dos dois para Zimbábue.
A equipe da organização Tratamento Ético dos Animais afirmou que qualquer animal merece mais do que ser morto e exibido por dois jovens milionários e completou ressaltando que ambos tem dinheiro suficiente para ajudar a população local de outra forma, e não simplesmente oferecendo a carne da caça.
QUEM É DONALD TRUMP



Donald Trump, o astro de "O Aprendiz", agarrado a caminho do topo do mundo corporativo e nos corações de muitas mulheres extremamente bonitas.
Ele nasceu em Nova Iorque, em 14 de Junho de 1946. Ele foi educado na academia militar e graduou-se para se tornar um ator ou diretor, mas desistiu da idéia. Ingressou na Universidade de Fordham e dois anos mais tarde ingressou na Universidade da Pensilvânia. Após a faculdade, ele se juntou a Trump Organization e ajudou seu pai no seu negócio imobiliário.
O início de Donald Trump como o negociador foi consumada no escritório de seu pai. Ele reconhece seu pai para ser um guia de poder e mentor. Empresas de Donald span muitas indústrias. Hoje ele é dono do maior pedaço de terra na cidade de Nova York e, talvez a peça mais valiosa do imobiliário. Edifícios Premium que possui incluem Trump Parc Palace Trump, Trump Plaza, 610 Park Avenue, The Trump World Tower, Trump Park Avenue. Para além do negócio imobiliário que possui parte dos direitos de transmissão do Miss Universo, E.U.A. Miss e Miss Teen E.U.A. Pageants. Ele também hospeda o seu próprio reality show na NBC chamado de "O Aprendiz".
Uma das razões para o sucesso de Trump é sua propensão a ir contra a maré. Ele também é conhecido por suas habilidades de fazer negócios no mundo do imobiliário.
Por vários anos ele tem sido capaz de atrair mulheres bonitas como as mariposas de uma lâmpada. Seu casamento com Ivana Trump acabou em divórcio em 1990. Ele então se casou com Marla Maples em 1993. Eles pediu o divórcio em 1999. Donald Trump tem quatro filhos de seus dois casamentos. A saga do casamento Trump continuou em 2005, onde casou-se com um modelo esloveno chamado Melanie Knauss em seu Mar-a-Lago imobiliário em Palm Beach.

AS MINHAS RESPOSTAS ÀS PERGUNTAS DO INÍCIO


1- Será que nós, seres humanos,  merecemos viver neste planeta?


Estou em crise existencial. De uns tempos prá cá venho questionando muito a necessidade de nossa existência inconsequente no planeta.
Lembro que somos o produto mais refinado da evolução do Universo. Somos a parte de "Deus" que Ele usa para se conhecer. Se "Deus" é o todo, não temos direito de conspurcar, poluir, matar, deflorestar, pois estaremos pondo em risco toda a vida no planeta, que é o produto mais avançado da evolução da matéria (Deus), desde o BIG BANG. 
Pense comigo:
- Os animais caçam só para se alimentar.
- Os humanos caçam para se alimentar, por esporte, para vender as peles dos animais, para vender os marfins dos elefantes, para extrair produtos "afrodisíacos"...
- Estamos poluíndo todos os rios do planeta.
- Estamos exaurindo os recursos minerais e naturais a uma velocidade apavorante.
- Muitos animais e vegetais estão em extinção.
- O ser humano está ainda se reproduzindo a uma velocidade que faz aumentar a população se constituindo em ameaça crescente ao meio ambiente.


Diante destas constatações e outras que desfilam diariamente diante de nossos olhos, estou chegando a conclusão que o ser humano é o câncer do planeta, se constituindo numa grande ameaça a vida na terra.


2 - Temos o direito de nos multiplicarmos desordenada e exponencialmente, ocupando todos os biomas da terra?
Temos tanto direito a viver no planeta quanto todas as outras formas de vida. O que está acontecendo é que estamos perdendo este direito. Quanto mais gente mais pressão sobre os recursos naturais. Este é o foco para onde devemos mirar e gastar nossa munição e não os mercados, o câmbio, o valor do dólar, o PIB, o crescimento econômico...
- Caça inconsequente.
- ocupação irregular, tornando insalubre e poluíndo as beiras e os rios.
- Desmatamento contínuo dos últimos biomas com florestas ainda preservadas.
- Uso descontrolado de venenos/agrotóxicos e outros...


E mais centenas de outras agressões.
3 - Vai sobrar lugar para os animais e vegetais?
A pressão sobre as áreas remanescentes, as reservas naturais, os parques nacionais tem sido muito grande. O caso mais emblemático e a votação do novo código florestal brasileiro, em que os energúmenos, irresponsáveis e inconsequentes estão abrindo brechas para a destruição dos mangues, perdão de dívidas de grandes devedores (muitos deputados e senadores) diminuição das matas ciliares (APPs),  e uso das RLs. Creio que as próximas vítimas serão os Parques Nacionais e todos os tipos de reservas naturais. Como os animais e os vegetais não conseguem protestar, se defender, cabe a nós, humanos racionais que defendem a vida em toda a sua diversidade, tentar salvar os poucos refúgios que ainda restam para a flora e fauna.
4 - A vida de um animal ou de uma árvore é mais importante do que a de um ser humano?


Este é o tipo da campanha para deformar. Quem está em extinção?
A tartaruga não destrói o Meio Ambiernte. Quem destrói o Meio Ambiente?
Ali´s o homem destrói a natureza e os ovos fecundados de tartaruga e outros bichos inclusive os humanos.
Quem é a praga?
Raciocine comigo:
- Desde os primórdios da humanidade nos alimentamos de plantas e animais.
- Com os produtos das florestas e árvores construímos nossas casas, fabricamos tintas, fizemos papel, comemos seus frutos, fabricamos móveis, embelezamos nossos jardins, produzimos uma enormidade de remédios...
- Domesticamos animais para trabalhar para nós, nos divertir em circos e Zoos, para nos alimentar ou para servirem de animais de estimação...


Como plantas e animais estão em extinção e o ser humano está em franca reprodução... Qual a vida que vale mais?


5 -  Que tipo de energúmenos a universidade americana está formando?
Esta reportagem me abalou. Se os filhos do biliardário americano tem estas atitudes o que esperar dos outros energúmenos ricos ou pobres. O pai deveria pagar pelo crime assim como as escolas que deformaram estas cabeças.


MALDITOS!

segunda-feira, 16 de abril de 2012

SERÁ QUE ACREDITO NA VEJA? "Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma" - Joseph Pulitzer




FONTE: Carta O Berro

no blog do Luis Nassif

Bateu o desespero: "Veja" apela para a fábula do "mensalão" do PT para tentar defender parceiros do crime organizado

Eu não li a reportagem da "Veja" desta semana, porém pela capa fica fácil perceber o que quer a revista.

Depois da prisão de seu parceiro nos esquemas de satanização do PT, o contraventor Carlinhos Cachoeira, e a revelação da relação dele com um dos ex-paladinos da moral e dos bons costumes da direita, o senador Demóstenes Torres, e com o editor-chefe da revista, Policarpo Júnior, o panfleto nazi-fascista da famiglia Civita ficou quase 5 semanas sem dar capa para denúncias de corrupção.

Agora, em uma clara demonstração de desespero, a "Veja" dá capa à fábula do "mensalão", que agora sabemos ter sido engendrada pelo trio Cachoeira-Demóstenes-Policarpo para derrubar o então Ministro da Casa Civil, José Dirceu, que ousou barrar a nomeação de Demóstenes para um importante cargo no Ministério da Justiça.

A iniciativa de "Veja", que certamente deverá ser repercutida pelo resto da mídia bandida de direita, com certeza foi bolada pelos chefes da revista em conjunto com seus parceiros de crime organizado, numa clara tentativa de lançar dúvidas sobre os indícios descobertos pela operação Monte Carlo da Polícia Federal (indícios esses que atingem inclusive alguns petistas, como o Governador do Distrito Federal Agnelo Queiroz) como sendo apenas uma ação de petistas que querem fazer a população esquecer do "mensalão".

Como não prima pela sutileza nem pela inteligência, "Veja" acaba deixando bem claro para quem serve seu "jornalixo" semanal e escancara de vez suas ligações com o crime organizado cujo líder máximo, Carlinhos Cachoeira, chegou a trocar mais de 200 ligações com o editor-chefe da revista só no curto período investigado pela PF.

Denúncia: Mensalão teria sido “armado” pela dupla Torres e Cachoeira
Por Daniela Novais, no Portal Câmara em Pauta
De acordo com o empresário Ernani de Paula, ex-prefeito de Anápolis, o contraventor Carlinhos Cachoeira e o senador Demóstenes Torres (DEM-GO) são os responsáveis pelo o maior escândalo político dos últimos anos, o do Mensalão, que está nas mãos do Supremo Tribunal Federal (STF) e pode ser julgado ainda neste ano.
Ernani afirmou ao site Brasil 247 que a fita em que um funcionário dos Correios, Maurício Marinho, aparece recebendo uma propina de R$ 5 mil dentro da estatal foi gravada pelo araponga Jairo Martins e divulgada numa reportagem assinada pelo jornalista Policarpo Júnior, diretor da sucursal da revista Veja em Brasília, que seria ligado a Cachoeira (veja matéria). “Estou convicto que Cachoeira e Demóstenes fabricaram a primeira denúncia do mensalão”, disse o ex-prefeito.
Quase nenhuma novidade, não fosse o fato de que no início do governo Lula, em 2003, o senador Demóstenes era cotado para se tornar Secretário Nacional de Segurança Pública e para isso, deveria mudar do DEM para o PMDB, o que inclusive está em uma das gravações feitas com autorização da justiça, em conversa entre Cachoeira e a esposa de Demóstenes, Flávia.
Segundo Ernani, o interesse dele próprio na manobra estava no fato de que a ex-mulher dele se tornaria senadora da República, pois era suplente de Torres. Já Cachoeira pretendia nacionalizar o jogo no País e com Torres na Segurança Pública, isso seriam favas contadas.
Jogaram água
Ernani contou ainda que houve veto à indicação de Demóstenes e que teria partido do então ministro da Casa Civil, José Dirceu.
Depois disso, Cachoeira e Demóstenes passaram a articular uma retaliação. Segundo Ernani, a primeira ação teria sido a fita, gravada por Cachoeira e que derrubou Waldomiro Diniz, ex-assessor de Dirceu. O segundo passo, preponderante para desencadear o escândalo do mensalão, teria sido a reportagem de Veja, assinada por Policarpo, com a fita dos Correios em 2005.
Quem te viu quem te Veja – Sete anos e uma operação da Polícia Federal depois, o diretor de Veja em Brasília aparece na gravação de 200 conversas com Cachoeira, onde os dois trocam informações sobre as matérias publicadas que traziam as denúncias mais importantes e que foram derrubando muitos políticos pouco a pouco. A Veja ainda não falou sobre o assunto.
Fato é que as declarações de Ernani de Paula corroboram para confirmar a versão de que o famoso Mensalão pode ter sido mais um joguete do mestre Cachoeira. Vamos aguardar os próximos movimentos até o xeque mate.

Investigar Cachoeira, uma ameaça à liberdade de expressão



Por Luiz Carlos Azenha


Por dever de ofício, li o texto de capa de revista que tenta provar que investigar os crimes do Carlinhos Cachoeira, no Congresso, é um atentado à liberdade de expressão.
O que chamou minha atenção foi a frase abaixo, que interpretei como defesa do uso de fontes-bandidas:
Qualquer repórter iniciante sabe que maus cidadãos podem ser portadores de boas informações. As chances de um repórter obter informações verdadeiras sobre um ato de corrupção com quem participou dele são muito maiores do que com quem nunca esteve envolvido. A ética do jornalista não pode variar conforme a ética da fonte que está lhe dando informações. Isso é básico. Disso sabem os promotores que, valendo-se do mecanismo da delação premiada, obtêm informações valiosas de um criminoso, oferecendo-lhe em troca recompensas como o abrandamento da pena.
Registre-se, inicialmente, a tentativa dos autores de usar os promotores de Justiça como escada. Tentam sugerir ao leitor que o esforço da revista, ao dar espaço em suas páginas a fontes-bandidas, equivale ao dos promotores de Justiça.
Sonegam que existe uma diferença brutal: os promotores de Justiça usam a delação premiada para combater o crime. Os criminosos que optam pela delação premiada têm as penas reduzidas, mas não são perdoados. E a ação ajuda a combater um mal maior. Um resultado que pode ser quantificado. O peixe pequeno entregou o peixe grande. Ambos serão punidos.
O mesmo não se pode dizer da relação de um jornalista com uma fonte-bandida. Se um jornalista sabe que sua fonte é bandida, divulgar informações obtidas dela não significa, necessariamente, que algum crime maior será evitado. Parece-me justamente o contrário.
O raciocínio que qualquer jornalista faria, ao divulgar informações obtidas de uma fonte que ele sabe ser bandida, é: será que não estou ajudando este sujeito a aumentar seu poder, a ser um bandido ainda maior, a corromper muito mais?
Leiam de novo esta frase: As chances de um repórter obter informações verdadeiras sobre um ato de corrupção com quem participou dele são muito maiores do que com quem nunca esteve envolvido.
Não necessariamente. Ele não tem qualquer garantia de que as informações são verdadeiras se vieram de um corrupto. Que lógica é esta?
O policial que não estava lá mas gravou a conversa que se deu durante um ato de corrupção provavelmente vai fornecer uma versão muito mais honesta sobre a conversa do que os corruptos envolvidos nela.
O repórter que lida com alguém envolvido em um ato de corrupção sabe, antecipadamente e sem qualquer dúvida, que a informação passada por alguém que cometeu um ato de corrupção atende aos interesses de quem cometeu o ato de corrupção. Isso, sim, é claro, não que as informações sejam necessariamente verdadeiras.
O repórter sabe também que, se os leitores souberem que a informação vem de alguém que cometeu um ato de corrupção, imediatamente perde parte de sua credibilidade. Não é por acaso que Carlinhos Cachoeira, o bicheiro, se transformou em “empresário do ramo de jogos”.
É por saber que ele era um “mau cidadão” que a revista escondeu de seus leitores que usava informações vindas dele. Era uma fonte inconfessável.
Não foi por acaso que Rubnei Quicoli, o ex-presidiário, foi apresentado como “empresário” pela mídia corporativa quando atendia a determinados interesses políticos em plena campanha eleitoral. A mídia corporativa pode torturar a lógica, mas jamais vai confessar que atende a determinados interesses políticos.
Carlinhos Cachoeira não é, convenhamos, nenhum desconhecido no submundo do crime. Vamos admitir que um repórter seja usado por ele uma vez. Mas o que dizer de um repórter usado durante dez anos, por uma fonte que ele sabe ser bandida?
Sim, porque o texto, sem querer, é também uma confissão de culpa: admite que a revista se baseou em informações de um “mau cidadão”. Ora, se a revista sabia tratar-se de um “mau cidadão” e se acreditava envolvida em uma cruzada moral para “limpar a sociedade” de “maus cidadãos”, não teria a obrigação de denunciá-lo?
Concordo que jornalistas não têm obrigação de dar atestado de bons antecedentes a todas as suas fontes.
Mas onde fica a minha obrigação de transparência com meus leitores se divulgo seguidamente informações que sei serem provenientes de um “mau cidadão”? Qual é o limite para que eu seja considerado parceiro ou facilitador do “mau cidadão”?
Se imperar, a lógica da revista será muito conveniente para aqueles policiais presos por associação ao crime.
Tudo o que terão de dizer, diante do juiz: “Ajudei a quadrilha de assaltantes de bancos, sim, doutor, matando e prendendo os inimigos deles. Mas foi para evitar um mal maior, meritíssimo: uma quadrilha que era muito mais bandida”.
À CPI, pois.

O jornalismo de esgoto da Veja

Veja só como são as coisas.Faz mais de uma semana que corre na Internet informações que dão conta que Demóstenes Torres(DEM-GO), o paladino da ética, está envolvido até a cloaca com os malfeitos de Carlinhos Cachoeira.A Veja não deu um pio em relação ao assunto, ao contrário, escalou o sabujo Reinaldo Azevedo para fazer uma defesa apaixonada do mencionado demo.Pois bem, dando continuidade ao seu jornalismo seletivo, a Veja traz hoje na sua edição online um video onde se vê um deputado do PT pedindo dinheiro para sua campanha ao amigo íntimo dos demotucanos.A Veja vai logo trucidando o sujeito, nem pergunta se o cara que aparece no video é do PT mesmo, coisa que não fez em relação ao cumpadre de Cachoeira.Depois esses bandidos ficam aperreados quando se fala em controle social da mídia.O Brasil tem mais é que botar em vigor uma lei probindo esse estado de coisas.Jornalismo tem que ser independente, e não a favor desse ou daquele partido, desse ou daquele político.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

CATARATAS DO IGUAÇU

Parque Nacional do Iguaçu e

Cataratas do Iguaçu

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Parque Nacional do Iguaçu, no Estado do Paraná, é uma Unidade de Conservação brasileira. Está localizado na região Extremo Oeste Paranaense, a 17 km do centro da cidade de Foz do Iguaçu e a apenas 5 km do Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu. O Parque Nacional tem uma área total de 185.262,20 hectares, e nele se encontra um dos mais espetaculares conjuntos de cataratas da Terra, as Cataratas do Iguaçu. É administrado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).


Também é um dos poucos locais de conservação da Mata Atlântica que antes cobria mais de 1,3 milhão de km² distribuída ao longo de 17 estados brasileiros está infelizmente restrita hoje a apenas 7,3% desse total. Dentro do bioma da Mata Atlântica, o parque conserva um dos maiores trechos da vegetação original da ecorregião da Floresta Atlântica do Alto Paraná, hoje reduzida a menos 5 % de sua cobertura original, no Brasil[1]. O que restou encontra-se, atualmente, em pequenas áreas isoladas, dentre elas as chamadas Unidades de Conservação. Até a década de 1950, a região oeste paranaense mantinha-se bem preservado ambientalmente, a partir daí, o processo mais intenso de devastação foi isolando o Parque Nacional do Iguaçu. Em 1980, este já estava praticamente isolado, em situação similar ocorrida à região da Serra do Mar, no litoral paranaense. (Fonte: Fundação SOS Mata Atlântica)

Quanto a biodiversidade de fauna, presentemente foram registradas 257 espécies de borboletas, porém estima-se que existam cerca de 800, mamíferos foram catalogados 45, anfíbios 12, serpentes 41, lagartos 8, peixes 18 e 200 espécies de aves.(Fonte: IBAMA)
O Parque Nacional do Iguaçu foi efetivamente criado em 10 de Janeiro de 1939, através do Decreto-Lei nº 1.035 do então Presidente da República, Getúlio Vargas. Em 17 de Novembro de 1986, recebeu a distinção, concedida pela UNESCO, de Patrimônio Natural da Humanidade. O parque teve seu primeiro Plano de Manejo elaborado em 1981, tendo sido revisado somente no ano de 1999.
O Parque protege toda a bacia do Rio Floriano, um dos afluentes do Rio Iguaçu, uma raridade na Região Sul do Brasil pela qualidade da água, cuja suas nascentes ficam próximas à Rodovia BR-277, entre Céu Azul e Santa Terezinha de Itaipu.
As Cataratas do Iguaçu, junto com a Floresta Amazônica, são uma das 28 finalistas da campanha mundial de escolha das Sete Novas Maravilhas da Natureza, organizada pela Fundação New 7 Wonders e que deve durar até 2011 quando deve ser atingido o número de 1 bilhão de votos. Pela internet é possível votar através da pagina oficial da Fundação New 7 Wonders.